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Ana Maria Braga apresenta receita vencedora do ‘Comida di Buteco’ no Rio
No Mais Você desta quarta-feira, 08 de junho, Ana Maria Braga comentou que o concurso ‘Comida di Buteco’ já tem os grandes vencedores de 2011. Na oportunidade, a apresentadora apresentou o prato que foi o vitorioso no Rio de Janeiro. Elaborado pelo “Bar da Gema”, que fica situado no bairro da Tijuca, o “Doce subsolo do boteco” conquistou a preferência do júri e arrematou o prêmio.

“A boemia ficou muito mais gostosa neste período. O evento aconteceu em 15 cidades brasileiras. A votação aconteceu até o dia 15 de maio. O legal é que cada cidade teve que criar pratos utilizando ingredientes típicos da região. Aqui no Rio de Janeiro foram 31 concorrentes, e todos tiveram que usar os ingredientes básicos da feijoada. Além da comida, o atendimento e a higiene também foram avaliados”, explicou Ana Maria Braga.

Em reportagem, Jaqueline Silva mostrou os idealizadores do prato vencedor do concurso no Rio de Janeiro. Eles contaram que a emoção de vencer o concurso foi indescritível. A cozinheira Luiza contou que a venda ultrapassou mil petiscos, durante o concurso.

Quem votou: um júri formado por especialistas e uma votação popular (que começou em abril 15 de abril e terminou 15 de maio). No Rio, depois do “Doce subsolo do boteco”, a colocação ficou assim: 2° lugar - Nordestino Carioca (prato Juntos e Misturados); 3° lugar - Bar do Davi (prato Tropeiro Carioca); 4° lugar - Cachambeer (prato Porquinho Embriagado); 5 ° lugar - Petisqueira Martinho (prato Lula Carioca).
Postado por: Vitória B
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Neymar e seleção brasileira comem feijoada na concentração da Copa América


O chefe de cozinha Jaime Maciel, que acompanha a seleção brasileira desde a Copa América de 1995, explicou nesta segunda-feira à Agência Efe que cada dia se serve aos jogadores um buffet diferente, mas nunca falta o arroz, o feijão preto e a farofa.
Maciel explicou que todos os jogadores, incluindo os mais novos como Neymar e Lucas, comem de tudo porque estão acostumados a seguir este tipo de regime nos clubes.
"Nenhum jogador tem alguma aversão. Todos comem bem. Estão bem educados em seus clubes", assegurou o cozinheiro, que atende pessoalmente os jogadores.
Para passar todo o mês na Argentina, a delegação brasileira levou do Brasil 100 quilos de feijão preto, 50 quilos de farinha de mandioca e 20 quilos de "goiabada cascão", além de água mineral.
O cozinheiro descartou usar a água engarrafada local após o episódio da Copa do Mundo da Itália de 1990 quando a delegação argentina teria passado à brasileira água com uma substância nociva para tentar causar mal-estar físico a seus rivais.
Peixe, vitela e frango foram os pratos principais escolhidos para o menu da noite desta segunda-feira, que o cozinheiro chefe comandava na cozinha do luxuoso hotel La Reserva Cardales, cerca de 60 quilômetros de Buenos Aires, com avental com as bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Sul, estado onde nasceu.
Maciel explicou que os menus são elaborados por uma nutricionista do Rio de Janeiro e são seguidos com todo rigor. O único tipo de carne que está excluído do cardápio é a de porco.
Nos dias de partida, as carnes vermelhas e os refrigerantes são absolutamente vetados do menu e são substituídos por carnes brancas, massas, batatas e arroz, para fornecer energia.


O chefe de cozinha Jaime Maciel, que acompanha a seleção brasileira desde a Copa América de 1995, explicou nesta segunda-feira à Agência Efe que cada dia se serve aos jogadores um buffet diferente, mas nunca falta o arroz, o feijão preto e a farofa.
Maciel explicou que todos os jogadores, incluindo os mais novos como Neymar e Lucas, comem de tudo porque estão acostumados a seguir este tipo de regime nos clubes.
"Nenhum jogador tem alguma aversão. Todos comem bem. Estão bem educados em seus clubes", assegurou o cozinheiro, que atende pessoalmente os jogadores.
Para passar todo o mês na Argentina, a delegação brasileira levou do Brasil 100 quilos de feijão preto, 50 quilos de farinha de mandioca e 20 quilos de "goiabada cascão", além de água mineral.
O cozinheiro descartou usar a água engarrafada local após o episódio da Copa do Mundo da Itália de 1990 quando a delegação argentina teria passado à brasileira água com uma substância nociva para tentar causar mal-estar físico a seus rivais.
A história foi divulgada há dois anos por Diego Maradona a uma emissora de televisão de seu país, o que causou um grande alvoroço no Brasil, onde o ex-jogador Branco lembrou que se sentiu mal na partida das oitavas de final, que acabou com a vitória por 1 a 0 da Argentina sobre o Brasil.
"Não temos medo dos argentinos, mas fiscalizamos todos os alimentos que compramos aqui. Eu supervisiono toda a mercadoria pessoalmente", disse Maciel.
Peixe, vitela e frango foram os pratos principais escolhidos para o menu da noite desta segunda-feira, que o cozinheiro chefe comandava na cozinha do luxuoso hotel La Reserva Cardales, cerca de 60 quilômetros de Buenos Aires, com avental com as bandeiras do Brasil e do Rio Grande do Sul, estado onde nasceu.
Maciel explicou que os menus são elaborados por uma nutricionista do Rio de Janeiro e são seguidos com todo rigor. O único tipo de carne que está excluído do cardápio é a de porco.
Nos dias de partida, as carnes vermelhas e os refrigerantes são absolutamente vetados do menu e são substituídos por carnes brancas, massas, batatas e arroz, para fornecer energia. 


Fonte: http://www.estadao.com.br/

Postado por: Lucas R 


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Propriedades medicinais das frutas brasileiras



"Coma goiaba", diz o jornalista Afonso Capelas Jr., em meio à redação da revista National Geographic Brasil, ao me ouvir pedir duas Coca-Colas para tratar uma pequena dor de barriga, semana passada. Eu poderia ter levado a mal o comentário. Meu humor já não estava aquelas coisas. A frase traz um quê de "Vá pentear macaco", convenhamos, e ele, a rigor, nada tinha a ver com a história. Mas imaginava as boas intenções do amigo. Desconfiava da sua resposta, inclusive, mas por via das dúvidas, perguntei: "Por quê?" "Prende", garantiu Afonso. Era a conclusão que eu imaginava.
Sou fascinado pelo papel das frutas na medicina popular brasileira, desde que vim para cá pela primeira vez na década de 1970, ainda em Mato Grosso (Dourados). A qualquer movimento intestinal inesperado no Brasil surge, de imediato, uma solução de quem estiver por perto, mas sobretudo das mães e das mulheres, à base de frutas e, por vezes, sucos. As receitas variam conforme os sintomas e a disponibilidade dos "fármacos". Mas são divididas em duas categorias básicas: 1) as frutas que prendem o intestino; 2) e as que têm o efeito contrário, ou seja, soltam-no.
Há controvérsias, mas são menores do que o consenso. Maçã prende. Pera, também. Mamão solta, tal como ameixa. Até aí não tem o que discutir. Todos concordam também que a laranja-pera solta. Mas existe algum debate em torno dos efeitos da laranja-lima, por exemplo. Limão, surpreendentemente, prende.
Sei de tudo isso com base em pesquisas próprias. Não, não testo as frutas pessoalmente, nem em ratos. O que me interessa é a cultura, o conhecimento acumulado. No dia em que Afonso me mandou comer goiaba, aproveitei para perguntar à revisora Marta Magnani, sentada ao lado, que outras frutas "prendem". Ela recomendou, de bate-pronto, a banana-maçã. (A nanica ou a prata não têm o mesmo efeito, concordam todos.)
Pergunto de cada fruta sempre que aparece a oportunidade. Se estiver em uma festa e encontrar alguém chupando uma uva, por exemplo, pergunto: "Uva prende?" Não é preciso dizer mais do que isso. Qualquer brasileiro sabe do que se trata. E até onde consigo perceber, ao menos, o assunto nunca é impróprio. Se você estiver em uma recepção no palácio de Buckingham, no casamento do século, por exemplo, pode perguntar ao brasileiro que estiver a seu lado sobre os efeitos do kiwi no aparelho digestivo sem constrangimento, ao menos em português. A resposta virá rapidamente e sem ironia. A utilidade pública da informação supera qualquer desconforto em discutir o funcionamento do intestino humano em público.
Nunca abordei a questão em inglês. Para dizer a verdade, acho a tradução da antinomia "prende ou solta" difícil na minha língua mãe. É uma coisa brasileira, quiçá uma estrutura da cultura, tal como o "cru e o cozido" para o lendário antropólogo Claude Lévi-Strauss. Mas há algum conhecimento sobre o assunto nos Estados Unidos. Ameixa solta, não há dúvida quanto a isso. Existe, ainda, um consenso sobre as propriedades contrárias da maçã. Mas até onde sei, é só. De um modo geral, as frutas não são receitadas para o descontrole intestinal nos Estados Unidos. Goiabas, jamais.
Eu trato quase tudo com Coca-Cola. Considero-a um santo remédio. De um modo geral, o americano tende a apelar para remédios químicos mesmo, como "pepto bismol", em líquido cor de rosa, ou outros, mais fortes, receitados pelo doutor. Lá, diria (talvez) o saudoso filósofo Michel Foucault, o "discurso médico-científico" se impôs à episteme anterior.
No Brasil, o discurso tradicional coexiste ao lado do receituário médico. Como afirma o antropólogo e cronista colega do Caderno 2, Roberto DaMatta, aqui as épocas históricas não se sucedem hegelianamente, uma à outra. Acumulam-se. Essa qualidade cultural estimula, creio, soluções inesperadas e contribui para a alegria do improviso.
E já que estamos no assunto, nunca esqueço a primeira vez que meu pai me visitou no Brasil. Foi por ocasião do nascimento do meu filho primogênito, Lucas, portanto mais de 26 anos atrás e na época do Natal. Fazia calor. Muito calor. Lembro-me disso. Levei-o à feira da Rua Mourato Coelho na Vila Madalena, sábado de manhã. Garry, como ele se chama, encantou-se com o movimento, o burburinho, as pessoas e com o colorido do evento. Mas gostou mesmo foi das mangas. Desde que vivera, adolescente, no Havaí, antes mesmo de Obama nascer lá, nunca mais havia degustado manga para valer. Lucas nasceu em 1984, antes, portanto, da grande globalização culinária. Havia algumas mangas nos mercados da Califórnia na época, onde morava e mora meu pai, mas segundo ele eram secas e pequenas e fibrosas, nada como aquelas havaianas que experimentara na adolescência. Ele comprou mangas em quantidade, com destaque para aquelas chamadas de "coração de boi". Levei também. Era Natal, afinal. Ficam bonitas na mesa do jantar.
Quando vi meu pai, algumas horas mais tarde, estava verde que nem essa última camisa do Palmeiras. Passava mal, mas muito mal mesmo. Segundo minha mãe, ele havia se esbaldado nas mangas. Ela não tinha ideia de quantas chupara, mas o número era alto.


Fonte: http://www.estadao.com.br/



Postado por: Lucas R

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Começa nesta sexta o Festival 'Comida di Buteco' em Salvador





Começa nesta sexta - feira (15), em Salvador, o concurso Comida di Buteco. Até o dia 15 de maio os baianos poderão visitar os 31 bares participantes, degustar os tira-gostos inscritos na competição e votar.
Esta é a  4ª edição do Comida di Buteco, considerado o maior concurso gastronômico de botecos do Brasil, e que também acontece em cidades como Belho Horizonte, Poços de Caldas, Juiz de Fora, Manaus, Belém, Rio de Janeiro, Campinas, Goiania, entre outros.
A grande novidade deste ano é a inclusão em todos os tira-gostos do maxixe - hortaliça originária da África que acabou se tornando um ingrediente típico da culinária do Nordeste. A missão do projeto é resgatar e valorizar a culinária de raiz.


Com o slogan Eu boteco, tu botecas, Nós Comida di Buteco, o evento traz na sua campanha publicitária um convite ao verbo "botecar". No ano passado o evento incentivou a circulação de um milhão e quatrocentas mil pessoas nas 11 cidades onde foi realizado, provando que o hábito de "botecar", é uma das grandes formas de encontros do brasileiro.
No ano passado, foram vendidos um total de 198 mil tira-gostos. Só na cidade de Salvador 13 mil petiscos foram experimentados pelo público, mostrando que o brasileiro adora um boteco e participa ativamente dessa eleição de sabores.


Em Salvador 31 bares vão preparar 31 tira-gostos inéditos para concorrer ao prêmio, que avalia fatores como o sabor do tira-gosto, atendimento, higiene do local e temperatura da bebida servida aos clientes. O público e uma comissão de jurados decidem quem sai como vencedor.
Para votar, basta ir aos botecos participantes, provar os pratos e solicitar a cédula de votação. Só é permitido votar uma vez em cada estabelecimento e para o voto ser validado é necessário que todas as perguntas sejam respondidas, sem rasuras ou emendas. Depois, basta depositar a cédula na urna do boteco. O resultado sai dia 28 de maio.


Fonte: g1.globo.com/

Postado por: Lucas R

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Chefs estrelados fazem e ensinam suas versões de pratos populares

A paquera é antiga: há tempos chefs da alta gastronomia flertam com os quitutes da cozinha popular. Claude Troisgros chegou a incluir os bolinhos de feijoada de Kátia Lopes, do Aconchego Carioca, na recepção de seu casamento. E por falar nisso, em casamento, o que era antes uma simples "azaração" de longe, agora virou um caso de amor explícito, um casamento sólido e próspero da alta com a baixa gastronomia. Prova disso é a maratona de aulas previstas no festival Rio Gastronomia - 20 ao todo - que começam dia 19 (até o dia 28), onde chefs mostram releitura de pratos de rua.
A bordo de um bem equipadíssima cozinha ambulante adaptada sobre um caminhão, chefs como Roberta Sudbrack ( restaurante Roberta Sudbrack) , Frédric De Mayer (Eça) , Pascal Jolly ( Chez LAmi Martin), Flávia Quaresma, Claude Troisgros (Olympe), Olivier Cozan (Ix), Nao Hara (Nao), Damien Montecer (Térèze), Roland Villard (Le Pré Catelan , Luca Gazzoni (Fasano) e mais uma leva de nomes estrelados vão mostrar ( e ensinar) adoráveis receitas de rua. De bandeja...
- A criatividade dos cozinheiros e donos de bares e restaurantes é impressionante. É o que o Rio e o Brasil têm de mais genuíno e espontâneo- exalta o chef francês Roland Villard, do Le Pré Catelan, que dará o passo a passo do seu fantástico rocambole de arroz com feijão preto na Cidade de Deus

Postado por: Vitória B
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      Festival em Goiás divulga a cultura e a culinária do estado.
 
 
Os produtores de alho, batata e cebola de Cristalina, Goiás, têm o que comemorar. A qualidade da última safra é visível, o que está saindo do campo está bonito, grande e com casca lisa.




Dois fatores contribuíram para a boa qualidade da safra: primeiro o clima, com dias secos e noites frias, depois, a irrigação. Cristalina tem a maior área irrigada da América Latina, são 48 mil hectares. O destaque deste ano é a produção de alho. O município vai abastecer 30% da produção nacional.



O objetivo do festival realizado há três anos é divulgar a produção das culturas que empregam hoje quase 10 mil pessoas nas lavouras.



Os pratos elaborados enchem os olhos: sopa de cebola parisiense, suflê de batata com queijo coalho e patê de alho confit. “O alho confitado fica pronto após duas horas no forno bem baixinho para ele perder o sabor picante e ficar mais adocicado. Fica uma pasta bem gostosa”, ensina o chef Bruno Rappel.



E claro que a grande atração do festival foi o almoço. Mais de 20 pratos foram elaborados utilizando sempre o alho, a batata e a cebola. À mesa, o destaque foi para a cebola ao molho de vinho tinto, as batatas recheadas com presunto e queijo e o lagarto recheado com pasta de cebola e molho de alho verde. “São receitas simples, práticas, com ingredientes que todos encontram facilmente no supermercado mais próximo”, disse Humberto Marra, chef de cozinha.


Postado por: Vitória B

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Varie nos temperos para deixar sua salada mais atraente e nutritiva

Ervas, molhos e condimentos dão aroma, sabor e saúde ao seu prato



Componentes mais do que indispensáveis em qualquer tipo de salada, os molhos, temperos e ervas enchem o prato de sabor e dão aquele colorido todo especial à comida.

Além de fazer um bem enorme à saúde. "Escolha a salada de sua preferência e coma à vontade. As folhas apresentam baixíssima quantidade calórica devido à elevada quantidade de água. Além disso, por ser rico em fibras, o prato dará maior saciedade, evitando que cometa algum excesso entre as refeições. Porém, cuidado com os molhos. Prefira os mais leves à base de iogurte, azeite e outros mais saudáveis", sugere a nutricionista especialista do Minha Vida Roberta Stella. Confira 10 dicas para deixar sua salada ainda mais turbinada e gostosa:


Azeite: na onda das dietas ricas em gorduras do bem, o azeite faz o maior sucesso e não é por acaso: rico em vitamina E, antioxidante essencial a saúde, ele compõe o grupo das monoinsaturadas, que fazem bem para saúde do coração. "Muitas pesquisas têm relacionado ainda, o consumo regular do azeite a efeitos bactericidas, a efeitos analgésicos e a efeitos preventivos, em casos de fraturas e vários tipos de câncer (como os de cólon e mama)", explica a nutricionista Ellen Simone Paiva.


Postado por: Vitória B

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